Você cola a lista de participantes, o LuckySpot sorteia e devolve um comprovante. Nada é instalado no seu WhatsApp e nenhuma conversa é lida.
Sem assinatura, sem cartão, sem pedir a sua senha.
Por que assim
Ferramenta que promete "conectar o seu WhatsApp" pede que você escaneie o QR do WhatsApp Web e entrega a sua sessão a um servidor de outra pessoa. Isso dá a ela acesso às suas conversas e pode derrubar o seu número. Para sortear, nada disso é preciso.
Não pedimos QR code, não pedimos número e não instalamos nada no seu aparelho.
O LuckySpot só vê a lista que você mesmo colou — nomes, ou nomes e telefones, do jeito que você escolher.
Grupo de cem ou lista de dez mil: o resultado sai com os três códigos que qualquer participante confere.
Em três passos
Dá para copiar os nomes do grupo, exportar de uma planilha ou colar a lista que você já mantém. Um por linha — e vírgula, ponto e vírgula ou tabulação também funcionam.
Ele limpa espaço sobrando, ignora linha em branco e avisa se encontrar nome repetido, perguntando se deve concorrer uma vez ou várias.
Escolha quantos ganhadores e quantos suplentes. Sai o vídeo do sorteio, a lista em CSV e o comprovante.
Cuidado que vale a pena
Por que não dá
A pergunta que mais chega é "por que vocês não leem meu grupo automaticamente?". A resposta é curta: porque ninguém consegue, e quem diz que consegue está fazendo algo que pode custar o seu número.
As mensagens de um grupo de WhatsApp são legíveis nos aparelhos de quem participa e em mais lugar nenhum. Não existe um "fora" de onde um site possa ler a conversa. Qualquer ferramenta que prometa isso está, na prática, pedindo para entrar no lugar do seu aparelho.
Eles conectam o seu número a um serviço não oficial — normalmente pedindo que você leia um QR code, do mesmo jeito que o WhatsApp Web. A partir daí o serviço age como se fosse você. Isso tem três consequências: o serviço passa a ler as suas conversas, as regras de uso da plataforma proíbem clientes não oficiais, e números flagrados nesse uso são banidos — às vezes em definitivo, às vezes no meio de um sorteio.
Para um sorteio de uma vez por mês, o risco não paga. Montar a lista à mão leva dois minutos e não coloca o seu número em jogo.
A lista
A lista pode sair de três lugares, e nenhum deles precisa de aplicativo extra.
Peça a participação por mensagem — "mande 'EU' para concorrer" — e copie as respostas. Vantagem: só entra quem quis entrar, o que é mais justo e, em termos de dados pessoais, bem mais defensável do que sortear todo mundo que por acaso está no grupo.
Se o sorteio é entre todos os membros, copie a lista de participantes do grupo. Aqui vale o cuidado da seção seguinte: o que você copia costuma vir com telefone.
Inscrição por formulário, lista de clientes, caderno de uma loja física: qualquer coluna de nomes serve. Uma linha por participante. Se o mesmo nome aparece duas vezes e deve concorrer duas vezes, deixe as duas linhas; se deve concorrer uma, apague a repetida antes.
Dados pessoais
Número de telefone é dado pessoal. Colar uma lista de 300 números num site qualquer é um ato maior do que parece — e, no caso de um sorteio, quase sempre desnecessário.
O princípio que a legislação brasileira de proteção de dados chama de minimização cabe em uma frase prática: colete e exponha só o que o sorteio precisa para funcionar. Um sorteio precisa distinguir os participantes, não identificar cada um deles. Então:
No LuckySpot a lista não sai do seu navegador: o sorteio roda no seu aparelho e o que o comprovante guarda é um resumo criptográfico da lista, não a lista. Mesmo assim, menos dado na tela é sempre melhor que mais.
Dúvidas
Não. Nenhuma etapa pede QR code, número ou acesso ao aparelho. Você traz a lista pronta e o sorteio acontece no seu navegador.
No WhatsApp Web, abra os dados do grupo e selecione a lista de participantes. Se o grupo for grande, exportar para uma planilha e colar a coluna de nomes costuma ser mais rápido.
Funciona com qualquer lista de uma coisa por linha: nome, e-mail, código de pedido, número de cupom. O sorteador não se importa com o que está escrito.
Ele avisa e pergunta. Você escolhe se a repetição vira uma chance a mais ou se cada pessoa concorre uma vez — e a escolha fica registrada no comprovante.
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